Female colleagues looking at businessman discussing in office. Professionals are listening to coworker at desk. They are at workplace.

Mulheres precisam de flexibilidade no ambiente de trabalho, avisa especialista

Empresas que não se ajustarem a estes moldes correm o risco de perder grandes talentos

As mulheres, principalmente as com bebês recém-nascidos ou com crianças pequenas, carecem de certa flexibilização no ambiente de trabalho. E as empresas podem entregar isso, aprimorando a gestão e investindo na preparação dos gestores do presente e do futuro. Essa é a opinião de Maria Alice Frontini, presidente do MIT Alumni (Associação de ex-alunos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e engenheira de produção pela Escola Politécnica da USP, a Poli.

Trabalhar por meio de home office, podendo gerenciar seus horários, é o sonho da maioria dos trabalhadores — e não apenas das mulheres. Entre as tendências para o ambiente de trabalho do futuro, pesquisas apontam por mais flexibilidade nas profissões como um dos principais destaques.

Para a aplicação deste procedimento mais flexível é necessário trabalhar para a adequação da relação entre gestor e colaborador.

São vários os motivos para que esta tendência passe a ser uma realidade. Trabalhar em home office traz inúmeros benefícios, como o melhor aproveitamento do tempo que seria gasto no itinerário até o local de trabalho, menos desatenção (que seria frequente com a distância de um filho recém-nascido, por exemplo), e a redução de custos para a empresa. Além disso, os funcionários podem ajustar sua carga horária para os períodos em que são mais produtivos, entregando resultados mais efetivos e trabalhando com prazer.

“É importante evidenciar que isso não significa trabalhar menos, mas sim oferecer outras formas de desempenhar sua função de uma maneira que possa satisfazer a colaboradora e atender às demandas da organização, ainda mais frente à transformação digital das empresas, onde as relações de trabalho serão diferentes e os talentos possuem novas demandas. A tecnologia está mais do que madura para que o trabalho possa ser flexível em times ou comunidades virtuais, com muita agilidade e gerando vantagem competitiva. No entanto, a cultura organizacional precisa se adequar a essa nova realidade”, diz Maria Alice.

Empresas que não repensarem sua gestão e suas políticas de recursos humanos correm o risco de perder grandes talentos e de ficar para trás diante da concorrência. A educação e o empoderamento das mulheres estão entre os temas que serão debatidos no SPIN Summit Brazil, evento a ser realizado pela Harpia Investimentos, nos dias 28 e 29 de novembro, em São Paulo.

Maria Alice Frontini será uma das keynote speakers deste encontro, que reunirá mais de 60 palestrantes para falar sobre inovação e tecnologia e tem o objetivo de fomentar novos negócios entre Brasil, Estados Unidos e Israel.

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