‘Bela’: Ecossistema que revoluciona o jeito de comprar e vender e pretende movimentar R$ 1 Bi em 2019

Empresa de Gramado representa 20% do PIB da cidade e gira em média R$120 milhões por ano na economia local

Segundo levantamento da Fintechlab, o Brasil chegou ao final do primeiro semestre de 2018 com um total de 453 startups financeiras em operação. Dessas, 105 são empresas de meios de pagamento, 70 de gestão, 49 de eficiência financeira e vendas e 8 bancos digitais.

É neste cenário de concorrência acirrada, e com o objetivo de escalar o potencial de negócios, mas com sinergia e controle total para as empresas, que a Bela consegue revolucionar o mercado.

Fundada em 2009 na cidade de Gramado (RS), a empresa traz como diferencial no mercado um ecossistema capaz de unificar os processos de pagamentos e gestão do negócio em uma só solução, garantindo praticidade ao vendedor e seus clientes.

Em um único produto, o cliente detém o ERP (sistema integrado de gestão), adquirente, e-commerce, e conta em banco, sem precisar ter uma equipe administrativa fazendo controles manuais em planilhas. Todo esse pacote é proporcionado, automaticamente, através da Bela.

“Criamos uma solução para as empresas mas, por consequência, empoderamos qualquer profissional que tenha a nossa máquina de pagamentos. Por ela, qualquer um pode vender tickets para estabelecimentos parceiros e ainda ganhar com isso. Imagina que uma atração ou loja tenha a venda somente em seu ponto físico, isso fica muito restrito. Com a nossa solução, as empresas podem vender em cada esquina e fazer com que outras pessoas vendam por ela”, comenta Arthur Silveira, CEO da Bela.

O turismo, em Gramado, é a expertise da empresa que oferece soluções da reserva até a compra de ingressos para experiências culturais e gastronômicas na cidade.

Dentro do seu ecossistema completo, a startup atende setores como: hotéis, pousadas, eventos, shows, parques, atrações, agências e restaurantes. Se considerado apenas o PIB de turismo de Gramado, cerca de 20% passa pela Bela.

A integração dos serviços na cidade é benéfica também para os clientes da fintech: “Nós unimos as pontas. Então o hotel, por exemplo, pode oferecer ao hóspede já comprar o ingresso junto com a hospedagem . Quando o hóspede fizer a compra, já recebe o voucher, os ingressos e só usa os serviços, porque a Bela é também a catraca do show, a gestão do hotel. Simples assim”, resumiu o CEO.

Em 2018, a empresa começou sua expansão para outros setores, além do turismo, como varejo e serviços e quer, também, ampliar sua operação para todo o país. Com isso, Arthur explica que a expectativa para 2019 é ultrapassar R$ 1 bilhão em volume transacionado.

Mais informações:https://site.belaviagem.com/home

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